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Finalmente... Adalberto ou João?

Adalberto João Teixeira mas conhecido como João, nasceu em Salvador no dia 21 de agosto de 1951, filho de João da Silva Lima e de Maria Teixeira Santos, os quais juntos tiveram três filhos, sendo dois meninos e uma menina.

Teve uma infância feliz, a despeito das dificuldades financeiras, pois o pai faleceu deixando os filhos órfãos ainda pequenos, para serem criados pela mãe, uma mulher por ele orgulhosamente descrita como, de forte personalidade, brio  e determinação, qualidades essas que se tornaram os maiores legados deixado para os filhos.

Em termos morais, éticos e espirituais ele e os irmãos  tiveram uma excelente criação. Foram felizes juntos, tendo residido no Largo Dois de Julho, e bairros dos Barris e Tororó, este ultimo, onde passou toda a infância e adolescência, cercado pelo carinho e atenção da família.

Os pais se foram, como também seu irmão, ficando ao seu lado entretanto Maria Augusta, a quem dedica um profundo amor fraternal.

Adulto, num primeiro relacionamento com Ana Maria de Jesus, com ela convivendo oito anos, tendo com ela dois filhos: Adriano e Alan de Jesus Teixeira.

Após dela separar-se, casou-se com Joselandia dos Santos, gerando dois filhos desse relacionamento – Adalberto e Clarissa Santos Teixeira.

Ao longo de sua vida desempenhou várias funções: foi vendedor de Planos de Saúde e de Clubes de Lazer, Fotógrafo Lambe-Lambe, Bancário, Peão de Obra e funcionário de um Cartório de Notas.

Nasceu espírita, acompanhando as convicções de sua mãe, a qual  mantinha em sua residência  um Centro Espírita. João participava

ativamente dos cultos, sendo que,  aos  14  anos  participou  pela  primeira vez de uma reunião doutrinária, tendo a atribuição de ler o Evangelho  – pois uma prima que com essa leitura e interpretação dos textos lidos durante a realização do Evangelho.

Tendo ela engravidado, mudou-se para uma nova casa, interrompendo a realização semanal do evangelho, daí a convocação de João para substituí-la.

Certo dia, ao sair para brincar com os amigos, uma das médiuns da casa lhe chamou e disse-lhe que ele deveria fazer a leitura dos textos, deixando que outros procedessem a interpretação.

João conta que inicialmente protestou, porque isso significava que nos dias da realização da sessão não poderia assistir televisão, nem brincar. Além disso, tinha receio de que seus amigos descobrissem sua nova atividade.

Quando sua mãe faleceu, João se sentiu desorientado, uma vez que havia perdido seu porto seguro, a base da estrutura familiar. Em consequência desse fato, afastou-se da doutrina, só retornando quando passou por uma situação crítica, tendo por esse motivo buscado apoio espiritual em um outro Centro.

Ele reconhece entretanto, que foram essas leituras que lhe permitiram  dar um grande passo na sua vida, declarando-se ser hoje um esforçado estudioso do espiritismo.

Foi aí que tomou ciência da existência da Accabem e resolveu – há 23 anos - engajar-se no projeto, o que ele confessa ter sido uma das melhores coisas  que lhe aconteceram na vida, porque a instituição se tornou para ele uma permanente fonte de energias positivas e oportunidades de conhecimentos em todos os aspectos

No principio da atividade na Accabem, devido ao seu comprometimento que o levava a despender muito tempo na entidade, a família estranhou, mas logo se acostumou.

Hoje, embora nenhum dos filhos ou mesmo sua esposa o acompanhe em suas atividades na instituição, ajudam como podem. Nos seus momentos críticos contou sempre com o apoio familiar e do grupo Accabem.

Descreve a antes namorada e hoje sua esposa como uma pessoa maravilhosa, que soube perseverar mesmo quando ele jovem e namorador, a despeito de suas traquinagens próprios de Don Juan conquistador ela sempre esteve e se manteve ao seu lado.

Como é comum acontecer  com todos os casais, volta e meia enfrentam desencontros, porém no geral “nos damos muito bem” afirma.

Quanto às dificuldades no exercício de suas atividades na instituição, diz jamais as haver enfrentado, porque sempre prestou serviços ao projeto sem nenhum interesse outro que não fosse o de servir, fazer “o bem pelo bem”, sem pretender quaisquer vantagem pessoal.

Atualmente “está” vice-presidente, apenas por necessidade administrativa diz, pois o grupo diretivo é tão pequeno que tem dificuldade de compor uma chapa.

Para ele, “sem demagogia”, o maior título é a oportunidade de trabalhar em seu benefício, através do serviço prestado ao próximo, momentaneamente mais carente que ele. É ter a convicção de que é um divulgador do Evangelho de Cristo.

Quando perguntado sobre os fatos que mais o marcaram durante sua trajetória na instituição, diz que foi a descoberta de que “o mundo não está perdido”, que existem milhares de pessoas dispostas a colaborar, se encontram ávidas para ajudarem de alguma forma, enfim, de doar-se..

Quanto à sua visão de futuro, é desejar que aqueles que iniciaram a caminhada, criando a instituição, se unam com os que chegaram depois, participando juntos com garra, mas sobretudo amor, “a exemplo do Grupo Perseverança” (grupo de irmãos católicos que a despeito de suas convicções religiosas, ao visitarem o projeto Accabem se prontificaram a ajudar, o que fazem até hoje).

Deseja e prevê um futuro promissor, com a diretoria deixando de atuar administrativamente de forma amadorística, passando a fazê-lo de maneira profissional, como empresa, sem abandonar contudo o necessário calor humano, o desejo de abraçar-se e irmanar-se nas atividades de atendimento aos que os procuram. Entende ser necessário o planejamento  estratégico em todas as esferas, buscando os recursos necessários, o que, a seu ver, não está acontecendo.

Acredita ser necessária a adoção de uma política auto-sustentável, não dependente tão somente das atuais fontes de financiamento.

A fé é de todo necessária, enfatiza -  para perseverarem na luta diária, e acredita que sempre existirão pessoas de bem que continuarão a lutar diuturnamente pelos princípios que nortearam os criadores da obra.

Finaliza dizendo que espera – quando do seu retorno ao mundo espiritual – e após a necessária preparação, continuar a auxiliar os trabalhos na Accabem.

1 Comentários

  • ...
    07/11/2016

    História de um bom exemplo.

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